Ôôôô, o Bacalhau voltou.

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O Vasco está de volta à elite do futebol brasileiro.

O Juventude, que não teve nada a ver com o rebaixamento do time carioca, teve a infelicidade de ser o ‘privilegiado’ adversário vascaíno no dia de sua volta. Tudo foi apenas uma infeliz coincidência, mas melhor seria se pudesse ter sido evitada. Bem que o alvi-verde da Serra tentou, porém não foi possível. O Vasco, mesmo que não tenha feito uma grande atuação, fez dois a um, venceu a partida e já não é mais um time de Segunda Divisão.

Era tudo o que importava.

A volta do grande Vasco ao convívio dos grandes times brasileiros merece ser saudada, era esperada, previsível, mas seria errado dizer que não foi merecida. O que não seria errado, seria dizer que o Vasco, que hoje voltou à Primeira Divisão, foi a ela reconduzido pela mão de Elton.

A cadeia alimentar do trânsito brasileiro.

 

trânsito

 

As  pequenas motocicletas, ágeis e velozes, são a presa favorita dos carros particulares que, além de predarem-se entre si, ainda têm outros inimigos bastante poderosos. Os ônibus e caminhões, que são ávidos predadores tanto de carros quanto de motos.

Lá embaixo, na base da cadeia alimentar deste mundo selvagem, ciclistas e pedestres levam grande desvantagem, seu potencial predatório é nulo e, na cadeia alimentar do trânsito, só conseguem mesmo desempenhar o papel de presas.

O verão chegou, com suas altas temperaturas e feriadões prolongados funciona como um sinal: aberta a temporada de caça.

E ainda há quem critique os pardais, os radares móveis e as lombadas eletrônicas. São contrários às multas e apregoam que o Estado devia ‘educar’ ao invés de punir. Curiosamente são os mesmos que vivem bradando que ‘o Brasil é o país da impunidade’.

Ora, vão se educar na cadeia!!!

A fragata.

 

 

Faltando menos de um ano para as Eleições Presidenciais, o PT parece muito a vontade em seu projeto de fazer da ministra Dilma a sucessora do atual presidente. De carona na popularidade recorde do presidente Lula, que se deve muito mais ao acerto de suas decisões do que a qualquer outro motivo, a ministra gaúcha, que não tem carisma, não é simpática e que jamais disputou uma eleição, não parece ter muitos motivos para ser votada. Além do fato de ser a indicada de Lula, que outro motivo tem o povão para escolhê-la?

Enquanto isso, o PSDB titubeia. Desde sempre, e ao menos até os dias de hoje, esse parece ser o único partido em condições de desafiar o PT na briga pelo Palácio da Alvorada. Mas perde tempo, enquanto o PT se definiu por Dilma há muito tempo, o PSDB nem sabe ainda quem será o seu candidato. Serra e Aécio, mesmo que veladamente, atacam um ao outro e diminuem assim suas próprias chances.

Fosse eu alguém com poder decisório dentro do PSDB (que Deus não me castigue por tais palavras!), eu trataria de definir logo quem o partido quer, assim como definiria também quem o partido é realmente. Eu começaria por abolir a ave-símbolo do PSDB. Eu substituiria o colorido tucano pela veloz fragata. Essa sim, por seus hábitos comportamentais, é bem mais a cara do partido.

Dá-lhe, Roth! Dá-lhe, Galo!

 

foto: gazeta press

 

Eu sempre duvidei de que pudesse um dia ver um time treinado por Celso Roth ser campeão brasileiro. Não acho que isso seja preconceito, acho que é uma simples constatação baseada no histórico do treinador. Bons começos seguidos de finais infelizes. Esse é seu histórico. Mas será que terá de ser sempre assim?

Celso Roth quase foi feliz aqui na Azenha no ano passado. Quase. Ele saiu. Eu fiquei feliz. Mas, no fundo, eu sempre soube que ele não era o único culpado. Tínhamos o Marcel, tínhamos (e ainda temos) o Peréa. Isso atrapalhou muito. Na verdade eu achava que, entre tantos ruins, o melhorzinho era o Reinaldo. Reinaldo foi escolha de Roth. Pontos para o Celso.

Claro que a teimosia de não admitir que Mattione devia ser titular pode ter nos custado pelo menos uma vitória (e só faltou uma vitória), assim como jamais ter experimentado um meio campo com Souza que, para Roth, só podia ser ala. Essa experiência talvez nos tivesse trazido alguma vitória, aquela que ficou faltando. No fundo, nunca cheguei a odiar (muito) o nosso antigo treinador, que tolheu bastante o desenvolvimento da carreira de Douglas Costa.

Mesmo assim, porque gosto do Galo, porque não desejo (muito) mal ao Celso, pela forma como o Atlético se recuperou no último jogo e até mesmo porque já não tenho o que fazer em 2009, eu vou torcer pro Galo.

Chega de São Paulo e seus ingressos pra Madonna. O Palmeiras também é paulista, chega de paulistas. Chega disso.

O Galo vai sair campeão…

…espero.

Eu adoro o Jabor.

 

 

Eu adoro esse cara.

Não, tô falando sério, eu adoro mesmo.

Lembro da minha infância quando, numa TV preto e branco, eu assistia "Os Trapalhões".

Eu rolava de rir assistindo o Didi.

Jabor me faz lembrar do Didi.

É pra rir ou não é?

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