A não aceitação da derrota.

 

 

 

Vencer aos Estados Unidos nunca foi difícil, não para o Brasil. Vencê-los numa  partida de futebol, não é mais do que obrigação.

Porém, vencer um jogo, qualquer jogo, depois de o estar perdendo por dois gols, isso é puro mérito.

O time de Dunga não teve, mais uma vez, a qualidade que seria necessária para ser considerado uma Seleção, mas teve algo que já foi tão notório no Grêmio e hoje não se vê mais no Tricolor, um sentimento que torna qualquer time muito maior do que se espera que seja: a não aceitação da derrota.

O time de Dunga continua ganhando. Dá pra discutir com o Dunga?

Ao final, a vitória de virada, com um gol de Lúcio, foi um justo premio ao único, além de Júlio César, grande jogador deste time.

Alguns insucessos, como o de Ramires, também devem ser considerados, mas minha decepção fica mesmo por conta de Pato. Acreditava muito no Alexandre, cheguei a escrever, em janeiro, que este seria o ‘ano do Pato’. Errei de novo. O tempo passa e o Pato não emplaca. Será quando?

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