Eu sempre duvidei de que pudesse um dia ver um time treinado por Celso Roth ser campeão brasileiro. Não acho que isso seja preconceito, acho que é uma simples constatação baseada no histórico do treinador. Bons começos seguidos de finais infelizes. Esse é seu histórico. Mas será que terá de ser sempre assim?
Celso Roth quase foi feliz aqui na Azenha no ano passado. Quase. Ele saiu. Eu fiquei feliz. Mas, no fundo, eu sempre soube que ele não era o único culpado. Tínhamos o Marcel, tínhamos (e ainda temos) o Peréa. Isso atrapalhou muito. Na verdade eu achava que, entre tantos ruins, o melhorzinho era o Reinaldo. Reinaldo foi escolha de Roth. Pontos para o Celso.
Claro que a teimosia de não admitir que Mattione devia ser titular pode ter nos custado pelo menos uma vitória (e só faltou uma vitória), assim como jamais ter experimentado um meio campo com Souza que, para Roth, só podia ser ala. Essa experiência talvez nos tivesse trazido alguma vitória, aquela que ficou faltando. No fundo, nunca cheguei a odiar (muito) o nosso antigo treinador, que tolheu bastante o desenvolvimento da carreira de Douglas Costa.
Mesmo assim, porque gosto do Galo, porque não desejo (muito) mal ao Celso, pela forma como o Atlético se recuperou no último jogo e até mesmo porque já não tenho o que fazer em 2009, eu vou torcer pro Galo.
Chega de São Paulo e seus ingressos pra Madonna. O Palmeiras também é paulista, chega de paulistas. Chega disso.
O Galo vai sair campeão…
…espero.

Classificado para a fase de quartas-de-final da Copa Libertadores, o Imortal Tricolor, agora verdadeiramente treinado por Paulo Autuori, necessita não mais do que três vitorias para conquistar o Tri da América.

RSS - Posts
Considerações dos torcedores