Não é assim.

 

           

Confusão, violência e até tiros nas Laranjeiras, hoje à tarde.

Isso é capaz de nos revelar muitas coisas, principalmente que isso não é torcer. Torcedor tem que brigar (em termos figurados) pelo seu time, jamais brigar (literalmente) contra o seu time.

Mas revela algumas outras coisas também.

Não dá para contratar qualquer jogador, só por que este ‘está no mercado’. Não sei se Diguinho é realmente o boêmio que dizem ser, mas esta é a fama que tem. Deveria fazer algo para perder essa fama. Deveria contar com alguém do clube que o orientasse e ajudasse neste sentido, este alguém seria o tal ‘homem de vestiário’, aquele que escrevi, em um post anterior, que o Grêmio também não tem. Alexandre Faria deveria ser este homem, no Fluminense, mas quanto a Diguinho ele tenta se desculpar: “Não sou o pai dele.” (Assista ao vídeo).

Outra revelação que nos faz este acontecimento é que não dá para contratar qualquer treinador. Não é por que o cara tem um bom discurso, é bem articulado, fez muitos cursos e conhece muitas teorias a respeito de futebol, que ele seja, na prática, um bom treinador. Depois o tal cara, começa a perder um jogo em casa, fica mais perdido na casamata do que o time em campo e ainda acaba levando goleada.

Acredito que não é assim que se faz uma torcida, que não é na noite carioca que se faz uma carreira de jogador, que não é  nos livros que se aprende a treinar um time competitivo.

Enfim, não é assim que se faz futebol.

 

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