Sobre el amor y crecer. Ser o no ser

Para a cineasta argentina Julia Solomonoff  é preciso revisar a ideia de ‘normalidade’ e afirmou, em Paris, onde se encontra por ocasião da projeção de seu filme El Último Verano de la Boyita, que ser homem ou mulher “pode não ser algo definitivo”.

Em seu segundo longa, Julia ( a mesma diretora de Hermanas) conta a história de Mario, um adolescente que vive no campo e que convive com dúvidas quanto ao seu gênero.

Julia declarou que o filme é baseado em uma história verídica, inspirado em um caso clínico que lhe havia sido contado por seus pais, ambos médicos, quando era ainda criança e que a marcou muito, sobretudo pelo fato de que “alguém que pensava ter nascido homem se  descobria mulher”, algo que na época não conseguia entender:

“É uma história que levo comigo há muito tempo, (…) mas sempre senti que era um tema difícil de abordar”.

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