A Seleção do Zangado, quero dizer, Dunga

Zangado, o anão (intelectual) que treina a Seleção Brasileira e todos chamam de Dunga, fez as suas escolhas. Cabe a mim fazer as minhas.

O estúpido, quero dizer, o treinador, fez uma escolha tão ridícula, quero dizer, tão convicta, que me deixou cheio de opções. Eu tinha apenas um time para torcer antes deste descalabro, quero dizer, desta convocação, agora tenho trinta e um.

O Zangado, quero dizer, o Dunga, sempre foi péssimo com a bola. Eu vi o cara tentar jogar e posso testemunhar: ele não conseguia. Não havia motivo razoável para justificar que Zangado, quero dizer, Dunga, fosse jogador de futebol profissional. Que fosse jogador da Seleção Brasileira, isso então era a negação da racionalidade. Nenhuma seleção que tivesse o Zangado, quero dizer, o Dunga, poderia ser campeã de nada, a menos é claro, que tivesse uma dupla como Bebeto e Romário. Com uma dupla destas tudo o mais se tornava irrelevante.

Zangado, quero dizer, Dunga, foi o cara que ergueu a taça em 94, ele lembrou disso hoje. Não lembrou, é claro, dos verdadeiros responsáveis pela conquista daquela Copa que, digamos a verdade, o Brasil só ganhou porque alguém tinha de ganhar e porque Bebeto e Romário estiveram perfeitos. Não foi Romário quem ganhou aquela Copa, como dizem alguns e acreditam outros, foi a perfeição da dupla que fez a diferença.

Pois o Zangado, quero dizer, o Dunga, depois de ter demonstrado que não sabia jogar absolutamente nada, mas tinha a sorte de ver-se cercado por craques, ficou velho e virou treinador. A coisa mudou um pouco agora e estar ou não cercado de craques já não é mais uma questão de sorte, mas de opção. O treinador (ele é treinador, né?) fez as suas opções, não me parece que tenha optado pelos craques, que são, bem lá no final da história, aqueles que resolvem as coisas. Ao menos é assim que acontece na maioria das vezes, embora em algumas não pareça. Zangado, quero dizer, Dunga, fez a opção pelos ‘comprometidos’, leia-se ‘puxa-sacos do chefe’, que é o que afinal ele foi.

Dunga, quero dizer, Zangado – ah, não, desta vez estava certo –, foi muito mal nas escolhas, porém foi ainda pior nas justificativas. O momento mais lamentável da entrevista coletiva foi quando, tentando se utilizar de metáforas como muito bem o faz o presidente Lula, Zangado, quero dizer, Dunga, falou de escravidão e ditadura. Disse o atual treinador(?) que não tinha condições de julgar se a escravidão havia sido boa ou ruim, pelo simples fato de que ele não havia vivido o período da escravidão, da mesma forma, e pelos mesmos motivos, não poderia dizer se a Ditadura Militar havia sido boa ou ruim para o Brasil. Não estou inventando nada, ele disse mesmo isso.

Diante de tais declarações não tenho como ficar zangado (quero dizer… não, não quero dizer nada, agora tá certo) com o Zangado, quero dizer (agora sim), Dunga, o cara é incrivelmente burro, totalmente alienado e (posso dizer?) simplesmente desprezível. Deixa ele lá com o time dele. Fico eu cá com os meus trinta e um. E começo com a Costa do Marfim, de Drogba, e para o segundo lugar do grupo eu quero o Portugal, de Cris Ronaldo.

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