Útil e agradável

As guerras, as invasões como a que os EUA estão promovendo atualmente no Iraque são, para eles, unir o útil ao agradável.

As guerras americanas são sempre movidas por motivos econômicos e raciais.

Eles adoram fazer guerras, adoram matar pessoas de outra etnias que não a branca.

Promover uma invasão como a do Iraque gera receita à poderosa e influente  indústria bélica do país de Obama, desovar os estoques de mísseis e munição cria a necessidade de renovação, destes estoques, portanto, gera produção, gera riqueza.

Alguém tem que morrer. O mercado não pode parar, o mercado da guerra também não pode. Alguém tem que morrer. Ideal que o inimigo não seja branco, ideal que os soldados americanos também não sejam. Afinal, alguém tem que morrer.

É preciso ter um inimigo. Seria muito útil que alguém pudesse ser acusado de terrorismo, seria muito agradável matá-lo. Afinal, o Império é o grande inimigo do terror. Embora seja ele, o Império, o grande disseminador de terror no mundo. Especialmente no mundo árabe.  Os negócios da guerra não podem parar. Alguém lá no mundo árabe precisa morrer.

Mas isso não constitui problema, pois Mr. Obama,  inexplicável Nobel da paz em 2009, parece ser também devoto ao deus da guerra.

É preciso testar novas tecnologias bélicas, é preciso manter os soldados em atividade, é preciso ter um inimigo. Alguém tem que morrer. Afinal, é preciso que o Império esteja  preparado  para, a qualquer momento, efetuar alguma nova invasão.

No Irã?

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