Grêmio 1×0 Guarani – Campeonato Brasileiro 2010

Foto: Diego Vara/clicRBS

Quem viu o jogo, e desta vez o público foi grande, certamente deve ter chegado à conclusão que a maior diferença que se pode notar em relação aos últimos jogos foi mesmo o resultado, a vitória. O Imortal, que começou pressionando logo de cara, assim como havia feito contra o Santos, conseguiu sair na frente, deu a impressão de que a vitória viria sem sobressaltos, mas mais uma vez, o time ‘morreu’ na segunda etapa.

O Guarani por várias vezes esteve bem próximo do empate. Não fosse a grande atuação de Victor (rotina) e mais uma vez o Tricolor teria deixado escapar a vitória. Graças a Deus isso não aconteceu.

Problemas o time do Grêmio tem muitos, e não é nada fácil querer identificar a razão para mais uma campanha fracassada do Imortal no Campeonato Brasileiro por pontos corridos, mais uma campanha em que o que o Imortal disputa é apenas uma vaga na Série A do próximo ano, – talvez uma vaguinha na Sulamericana – nada mais. É pouco eu sei para um clube que já foi tão grande e é tão cheio de glórias insuperáveis, mas é tudo o que estamos disputando – ao menos por enquanto – neste ano de 2010. No entanto, entre tantos problemas, dois deles são facilmente notados, pois, de tão grandes e graves, destacam-se entre todos os outros e chamam a atenção de qualquer torcedor, entenda ele de futebol ou não. Dois problemas que têm nomes, e têm salários altos: Douglas e Souza. O primeiro, que recém chegou, está numa situação muito parecida à do segundo, que já há bem mais tempo ‘engana’ por aqui, ou seja, jamais, tanto um quanto outro, fizeram uma sequência de pelo menos três boas atuações. Souza, que está na Azenha desde 2008, não deve ter feito três grandes jogos nem em todo o seu período de Grêmio. Souza é uma decepção, Douglas está sendo outra. Fica difícil para Renato – e ficaria para qualquer outro treinador – armar uma equipe forte e vitoriosa quando algumas das principais peças, os meias, estão entre os piores e menos confiáveis do grupo. E olhem que o grupo é fraco, hein?

Sei lá, vencemos. Isso, mais do que qualquer outra coisa, era do que precisávamos. Pena que a atuação, o completo apequenamento da equipe na segunda etapa, as dificuldades para vencer em casa um adversário limitadíssimo como o Guarani, os motivos cada vez mais fortes para sentirmos falta do verdadeiro Paixão na preparação física, tudo isso me faz ter poucas esperanças para o jogo de Sábado. Desejo de vencer tenho muito, mas acreditar que isso seja possível…

Bem, o nome do nosso time é Grêmio, não é? Nosso time é imortal e sempre foi capaz de façanhas bem mais ”impossíveis” do que simplesmente ganhar do Botafogo lá no Rio. Então quem sabe Renato Portaluppi não faz, a partir do próximo Sábado, renascer o velho Grêmio visitante vencedor? Quem sabe?

Deus queira.

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