Grêmio 5×0 Ypiranga–Gauchão 2011 (Nada a temer)

 

Foto: Diego Vara/clicRBSQuase todos estão dizendo que o que o Grêmio fez hoje no Monumental foi um passeio e, falando a verdade, foi mesmo. Não discordo nem um pouco daqueles que afirmam que o Imortal era a equipe brasileira que apresentava o melhor futebol do segundo semestre de 2010. E acho que o Grêmio 2011 está ficando cada vez mais parecido com o do ano passado.

Tudo bem, o Ypiranga é um adversário fraco, facilmente vencível, eu sei disso. Porém isso não é culpa nossa. Afinal, estamos disputando o Campeonato Gaúcho, quais as chances de encontrarmos um adversário realmente exigente? Quantas boas equipes de futebol existem no Interior do Rio Grande? Mesmo na Capital, quantas equipes estão jogando um futebol suficiente para nos meter algum receio? Tá, vão dizer que tem o Cruzeirinho. Tudo bem, a gente compara domingo que vem.

O Grêmio 2011 está voltando a ter, como o de 2010, a cara de seu treinador. Joga para frente, busca sempre o gol, e faz tudo de um jeito bonito de se ver. Anda valendo a pena assistir o Imortal jogar, mais do que nunca, dentro ou fora de casa.

O Grêmio de hoje, descontada a fragilidade do adversário, beirou a perfeição. Foi quase perfeito. Chegou bastante perto. Só pecou mesmo, na minha opinião, no preciosismo individual exagerado de certos lances. O Grêmio jogou demais, mesmo enfeitado jogou muito. Não fosse isso e eu diria que tinha sido perfeito.

Desde o primeiro momento em que a bola rolou na tarde quente de Porto Alegre, o Imortal fez o que quis. O Ypiranga fez o que pode, mas se viu que não podia muito ante a massacrante superioridade do time de Renato. O jogo foi isso mesmo: um massacre, um passeio, um show. Não houve nenhum ‘grito do Ypiranga’ hoje à tarde no Monumental, se houve algum só pode ter sido de dor. Pobre frágil oponente. O Grêmio de Portaluppi fez, na tarde deste domingo, uma demonstração perfeita de futebol explícito. Com direito a gol de estreante. Leandro, logo em sua segunda conclusão, marcou seu primeiro gol com a camisa do Tricolor, camisa, aliás, de André Lima, que também fez gol, fez logo dois. Borges também não passou em branco. Alguém com saudades do Jonas? Não, pelo menos não hoje.

Vêm aí o Júnior Barranquilla, pela Libertadores, e o Cruzeiro (nova touca do pessoal da beira do rio), pela Taça Piratini. Nada a temer.

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