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Nem na várzea.

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Eu não sabia disto, descobri há pouco que, na dramática partida que decidiu a agora valorizada Copa Suruga eram permitadas até seis substituições.

Seis? Bah, esse tipo de palhaçada não ocorre nem em jogos de veteranos aqui nos campos de Canoas.

Tem razão o Sr. Carvalho, isso só pode mesmo ser coisa da Fifa.

Sendo assim, não tem como, vou ter que dar o braço a torcer: o imbecil sou eu que não havia notado a ‘baita copa’ que é essa Suruga.

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Imbecil e ignorante.

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Não lembro que o Flamengo, em 1981, quando classificou-se para decidir a Copa Toyota contra o Liverpool, tenha cogitado a hipótese de levar ao Japão, o seu time reserva. Não tenho recordação de que o Grêmio, em 1983, tenha estudado a possibilidade de não levar seu treinador ao Japão, onde decidiria, contra o Hamburgo, a tal Copa Toyota. Tão pouco me lembro de que o São Paulo, quando, na década de 90, esteve no Japão decidindo, por duas vezes, a Copa Toyota, tenha jogado contra algum time japonês, ao que eu lembre sempre disputou contra o campeão europeu.

No entanto, hoje descobrimos, graças às informações prestadas por Fernando Carvalho, que a Copa Toyota, que achávamos ser o equivalente ao Campeonato Mundial de Clubes é, na verdade, o equivalente à Copa Suruga.

Humildemente eu ouso discordar: não têm nada a ver.

Daí concluo que um de nós, Fernando Carvalho ou eu, é muito imbecil e ignorante quando o assunto é futebol.

Afinal, se chegamos a conclusões tão diferentes…

O bom momento do futebol gaúcho. Parte 2. – Tô loko!

 

Ice Fuss

Todos sabemos que o presidente, de direito, lá da Beira do Rio é Vitório Píffero. Mas será que há alguém que ainda não tenha percebido que o presidente, de fato, desde meados de 2008, é Fernando Carvalho?

Pois bem, Carvalho define assim o momento do clube:

– Estamos em estado de emergência.

E ainda faz uma figura:

– É fogo no paiol e água no convés.

Bem, se a água está no convés, será que ainda há alguém que duvide que ‘La Barca’ está afundando?

      E, enquanto isto, o Tricolor ainda busca sua primeira vitória fora. Até agora: nada!

E ainda havia quem falasse, no início de julho, que o futebol gaúcho vivia um ‘grande momento’.

…   

(Que droga, afastaram o D’Ale, um de nossos melhores aliados).