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Quando os dispensados viram solução…

Foto: Gazetapress
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Quem não tiver memória muito curta será capaz de lembrar da euforia que tomou conta de grande parte da torcida gremista logo no início deste ano, encantada com as contratações providenciadas por Pelaipe, iludida pelas promessas de Paulo Odone, como Giuliano, por exemplo, além de alguns nomes de grandes zagueiros, até o nome de Lugano foi especulado.

No twitter, postei que essa euforia toda apenas me fazia lembrar do início de algumas temporadas recentes. Que não estava vendo, na prática, nenhuma diferença entre o Grêmio que se preparava para 2012 e o Grêmio que se preparou para outros anos anteriores, pois, na prática, já que que não acho que Marcelo Moreno seja um matador de verdade (um grande goleador), o único grande reforço do Grêmio para 2012 foi mesmo Kleber. Pouca gente concordou comigo. Perdi alguns seguidores. Paciência!

Passados três meses, perdido já um turno do Gauchão e com o Tricolor demonstrando terríveis dificuldades para vencer adversários de quase nenhuma expressão, acho que o número de gremistas capaz de concordar comigo já deve ter aumentado bastante.

Não estou secando o nosso Grêmio. Sou gremista, ora. Eu não seco o Tricolor, eu apenas, enquanto torço por ele, o observo. Observar o Grêmio nestes últimos anos, outra coisa não tem sido senão observar defeitos. À exceção da segunda metade de 2010, quando o Imortal, treinado por Renato Portaluppi, passou a praticar o melhor futebol entre todos os times brasileiros, o resto destes últimos anos tem sido algo difícil de elogiar. Então, – o que vou fazer? – dê-lhe corneta.

Sempre sonhando que o Grêmio vai se acertar, que as coisas vão começar a correr bem e que tudo vai dar certo, anseio por boas notícias. Mas cadê que elas vem?

A grande dupla de ataque capaz de provocar toda aquela euforia de início de ano tombou. Kleber só volta depois do inverno. Marcelo Moreno deve parar por pouco tempo, apenas vinte dias é o que dizem, mas é lesão muscular, e lesão muscular a gente sabe como é, né?

Isso só já seria notícia ruim o suficiente, capaz de estragar a Páscoa de qualquer gremista bem menos ‘doente’ que eu (ou que nós, né?). Mas isso, porém, não é tudo, tem mais coisas a queimar meus poucos neurônios sobreviventes.

Leandro é uma decepção completa, não vai jogar, não tão logo. Facundo Bertoglio, um cara em quem eu tenho muita esperança (apesar de ser extremamente frágil), está demorando um pouco mais do que eu pensava que demoraria para se adonar da titularidade.

Já pensaram que droga isso? Será que vamos ficar nas mãos de Miralles e André Lima?

Ambos  foram dispensados  no início do  ano, um  por falta de qualidade, o  outro por falta de dedicação. Na verdade acho que a ambos faltam as duas coisas.

Que droga! Vamos ter que rezar, gente. Vamos ter que contar com o improvável… exatamente como nas temporadas passadas.

Sei lá, ainda bem que a gente é imortal, ainda bem que a gente nunca deixa de acreditar.

E vamos ter que acreditar mesmo muito, pois quando os dispensados passam a ser a solução…

Sobre "Os jogadores de Paulo Odone"

Segundo o Blog Grêmio Acima de Tudo, a gestão Duda Kroeff é, até o momento, a recordista em número de atletas utilizados em um biênio: 63. E aponta que a atual gestão já se aproximou perigosamente deste número, mesmo faltando ainda bastante tempo   para o final do mandato. Segundo o blog, 61 atletas já vestiram a camisa tricolor desde o início da gestão Odone. Não há dúvidas de que o recorde indesejável de Duda Kroeff será superado em breve. Particularmente espero que seja o mais breve possível. Precisamos de dois zagueiros de qualidade e pelo menos mais um jogador de meio-campo, um armador. Sendo assim, se o fato de fazer uso de tantos atletas diferentes em tão curto espaço de tempo já é algo a ser lamentado, não quebrar esse triste recorde, deixar as coisas como estão e seguir em frente com o que temos, seria ainda muito pior. Então, quebremos logo essa porcaria de recorde!

O Grêmio Acima de Tudo enumera algumas hipóteses que teriam levado a gestão atual a esse número exagerado e propõe que cada gremista reflita sobre isso e que tire suas próprias conclusões.

Pois foi bem isso o que fiz, e as conclusões a que cheguei após ter refletido (um pouco) sobre o assunto exponho abaixo:


Da falta de planejamento

Ronaldinho Gaúcho não veio, o plano infalível falhou.

Que se saiba, a gestão Odone iniciou com um ‘grande plano’, não com um bom planejamento. O tal grande plano era infalível, não tinha como dar errado. Mas, tal como os planos infalíveis imaginados por Cebolinha para derrotar a Mônica, falhou, deu tudo errado. Estou falando da contratação de Ronaldinho. Prometido, assegurado e anunciado na Azenha, Ronaldinho acabou aninhado na Gávea. Toda a estratégia de marketing que supostamente seria lançada a partir de sua chegada foi pelo ralo. Renato Portaluppi, o motivo de milhares de novas associações, foi esquecido, abandonado, rejeitado e, às vezes me parece, até boicotado.

Nada mais funcionou dali pra frente. O fiasco em que se converteu o festejado repatriamento de Ronaldinho desencadeou uma interminável sucessão de erros primários, verdadeiramente amadores, por parte do então vice-de-futebol Antônio Vicente Martins. Foi um erro após o outro, um fiasco em cima de outro. Tudo era feito às pressas, sob pressão, sem convicção e sem resultado.

Penso que nada, a partir da decepção gerada pelos irmãos Assis, chegou mesmo a fazer parte de algo planejado, de algo que tivesse suas consequências avaliadas de antemão. Antônio Vicente Martins nunca teve um plano. O Grêmio, portanto, não tinha planejamento.

AVM se foi, para substituí-lo Paulo Odone trouxe um outro Paulo, o Pelaipe, velho conhecido, companheiro de campanhas ‘quase’ vitoriosas em 2007 e 2008. Pelaipe, porém, não veio para ajudar o Grêmio, não veio por voluntarismo, Pelaipe chegou cobrando salário, um alto salário. Chegou na emergência, na necessidade, e na necessidade saiu contratando. Das contratações que fez, Júlio César foi a única que surtiu efeito positivo, as outras não passaram de perda de tempo e desperdício de dinheiro. Mas 2011 acabou. Sem títulos, sem glórias, sem nem mesmo uma vaga na Libertadores. Era hora de planejar 2012, o último ano do Monumental.

Ainda antes da chegada do novo ano a direção começou a se agitar. Kleber foi contratado. Depois de muitas idas e vindas, muitas afirmações desmentidas e muita secação da imprensa imparcial, Kleber finalmente acertou com o Imortal. E assim o Gladiador foi apresentado – para alguns poucos privilegiados – na Arena.


Da Arena

Arena, a nova casa do Imortal

Não cabe aqui falar muito sobre a Arena. Nossa futura casa está sendo erguida aqui bem pertinho da minha – que pena que ela já não fosse aqui desde a minha adolescência. A obra avança a ritmo acelerado, alucinado, impressionante. Paulo Odone (malandro) até tentou fazer da Arena sede da Copa das Confederações. Malandrinho. Sabe que não cola. Jogou pra torcida. Pra iludir gremistas distraídos e alfinetar amargos coirmãos. Mas isso não importa, o que importa é que a Arena se converteu no único plano gremista em curto prazo, curtíssimo prazo. Só ela interessa e só ela importa. Só nela o presidente pensa e só sobre ela ele fala. Tudo o que vier a acontecer de bom ao Grêmio, pensa e deseja o presidente, será a partir de sua mudança de endereço. O Grêmio não planeja ser campeão brasileiro em 2012, jamais planejou. O Imortal planeja ser tri campeão da América em uma final disputada na Arena. É isso o que Pelaipe e Odone planejam. É com isso que sonham. Claro que isso pode acontecer. Tomara que aconteça mesmo. Mas não convém esquecer que para ganhar a Libertadores é preciso disputá-la. Talvez devêssemos ter planejado conquistar a Copa do Brasil, mas acho que Pelaipe não pensou nisto, pois, se tivesse pensado, não teria ficado tão desatento ao setor defensivo do Tricolor.


Da falta de capacidade na avaliação dos atletas

Sorondo?? Pô, Pelaipe!!

Paulo Pelaipe, o executivo remunerado, é tido por todos como um profundo conhecedor do mercado de jogadores. Dizem que sabe muito bem quem é quem no mundo da bola, quem está disponível e quem é ‘viável’ de ser contratado. Eu mesmo cheguei a acreditar nisto. Mesmo que, ao chegar, em meados do ano passado, Pelaipe tenha trazido algumas ‘preciosidades’ como Brandão, por exemplo, eu achava mesmo que Pelaipe fosse bom nas suas avaliações. Esse meu pensamento mudou, porém, quando da contratação de Sorondo. Agora o que penso é que Pelaipe entende muito pouco de jogador de futebol e que entende menos ainda de zagueiros. Não critico a contratação de Sorondo pelo fato dele ter-se machucado logo em seus primeiros dias no clube, por ter-se lesionado antes mesmo de ter chegado a entrar em campo. Critico sua contratação pelo simples fato de que todos já sabiam que era exatamente isto que iria acontecer. Todos não, quase todos. Paulo Pelaipe, o executivo remunerado, parecia não saber. Contratou, deu no que deu.

O caso, é claro, ganhou mídia internacional, mais um fiasco provocado por um dirigente gremista. Com a intenção única de abafar a história, de dar outro assunto aos ‘especialistas isentos’ que assombram a mídia esportiva gaúcha, Pelaipe saiu para comprar um zagueiro. Aliás, nem saiu. Comprou por telefone. Ou pela internet. Pelaipe comprou a primeira coisa que achou e fez o povo mudar de assunto. Mas só que a primeira coisa que achou foi Naldo, não o verdadeiro, o genérico. Naldo, como era de se esperar quando as coisas são feitas às pressas, sem planejamento, sem estudo das consequências, não deu certo, já foi até dispensado. Não sei se não foi reintegrado também. Dispensa e posterior reintegração de atletas, aliás, tem sido mais uma das características preocupantes da gestão Odone-Pelaipe.

Enfim, Pelaipe não sabe contratar? Sei lá, eu pensei que soubesse, mas agora já não tenho certeza. Será que ele aceita ou se vê obrigado a aceitar imposição de empresários, essas famigeradas hienas que rondam famintas os vestiários de todos os grandes clubes brasileiros? Bom, aí é que não sei mesmo. Porões, submundo do futebol? Dessas coisas eu não entendo. Meu negócio é o jogo. Da arquibancada ou diante da tv. Meu negócio é assistir à partida. Entendo quase nada de futebol, de suas ‘periferias e adjacências’, daí é que não sei nada mesmo.


Das constantes trocas de treinadores

Vanderlei Luxemburgo, um nome à altura do Grêmio

Quem contrata mal logo acaba tendo que contratar outra vez. Isso é a coisa mais natural do futebol. Odone, ao chegar ao clube em 2011, nem precisou se preocupar em encontrar um treinador. Já tínhamos um: Renato Portaluppi, o melhor que passou pela Azenha desde que Tite saiu. Mas, vaidoso, egocêntrico e rancoroso, Odone não conseguiu conviver muito tempo com Portaluppi. Odone desde que chegou (e talvez mesmo antes disso) passou a sonhar com a saída de Renato. Passou a trabalhar por ela. Tanto criticou, tanto atrapalhou, tanto boicotou, sabotou e perseguiu, que Renato acabou saindo. O sonho do presidente era ver Celso Roth, seu eterno ídolo, treinando o Tricolor. A vinda de Julinho Camargo foi despiste, engodo, ilusão. Paulo Odone não é bobo. Sabia que Renato não poderia sair (e saiu aclamado e aplaudido) por uma porta e, no dia seguinte, o velho perdedor Celso Roth entrar por essa mesma porta. A torcida – ao menos boa parte dela – não suportaria quieta tão grande deboche. Roth veio. Convenientemente veio para substituir Julinho e não Renato. Cá para nós: acabar a temporada treinado pelo velho Roth é o quê? Além de burrice e falta de vontade de vencer, é também pura falta de planejamento. Celso Roth só se justifica quando tudo está indo completamente mal, quando todo o trabalho está fracassando e o resultado escorrendo pelo esgoto das derrotas e más atuações. E isso, via de regra, acontece pela falta de planejamento e capacidade de avaliação.

Bom, contratar Roth, um perdedor, é contratar mal, e, como já dissemos antes, contratar mal é criar a necessidade de logo ter que contratar de novo. Daí os caras vão e trazem Caio Jr., um aprendiz… Ora, o Imortal só é chamado de Imortal por sua enorme grandeza. Aprendizes não são os mais indicados para um vestiário como o do Grêmio.

Há os que tenham feito a comparação de Caio Jr. com Tite e Felipão, treinadores considerados modestos que alçaram voo a partir de suas conquistas no Olímpico. Mas a comparação não me serve. Tanto Tite quanto Felipão já haviam provado suas capacidades com a conquista de títulos antes de chegarem à Azenha. Ambos já haviam sido campeões, ambos em finais contra o próprio Grêmio. Portanto Caio Jr. ainda tem muito a crescer antes que possamos incluí-lo no rol dos candidatos a treinador do Grêmio. Daí que os caras tiveram que trocar de treinador outra vez.

Luxemburgo. Agora sim. Esse é um nome que me dá confiança. Não sei se vamos ganhar dez campeonatos nos próximos dez anos. Não sei se Luxemburgo vai ser treinador do Tricolor por uma década inteira, mas sei que Vanderlei Luxemburgo é um dos poucos que tem tamanho compatível com o de nosso enorme amado Grêmio. Eu confio no Vanderlei. Agora temos treinador e não vamos precisar discutir esse assunto outra vez tão cedo.


Da pressão pelo jejum de títulos

Sobre "Os jogadores de Paulo Odone"

Pois é, tem essa história aí da gente não ganhar nada relevante há dez anos – agora indo pra onze. Mas quem é que está contando? Nas décadas de 80 e 90 só o Grêmio conseguia ‘feitos relevantes’. O clube da beira do rio ficou 27 anos se alimentado de alguns magros Gauchões, mas não lembro que alguém contasse os anos.

Só os ‘isentos’ é que se importam realmente com isso. Quando falam sobre o assunto o fazem com ar de preocupação, como se estivessem realmente interessados no sucesso do Grêmio. Como se quisessem mesmo ver o Grêmio comemorando um título nacional. Querem nada! Querem é irritar a torcida, alfinetar o Clube, criar uma pressão capaz de gerar ansiedade.

É claro que todo torcedor quer ver seu time conquistando taças e dando voltas olímpicas. Mas eu quando vou ao estádio ou sento diante da TV não fico lembrando o jogo passado, do ano passado, do título que escapou nas últimas rodadas do ano dois mil e não sei quanto. Eu quero ganhar o jogo de hoje, o campeonato deste ano, o que ainda está em disputa. Vanderlei Luxemburgo não estava por aqui nestes últimos dez anos, nenhum dos atletas estava, também, por aqui. Eles não têm que se sentir pressionados, não foram eles que perderam todos estes campeonatos. Eu não me sinto pressionado. Eu me sinto desencantado, é verdade, sético em relação às verdadeiras possibilidades do Grêmio em 2012. Louco pra ganhar, mas sei que tudo virá a seu tempo. Não estou ansioso. O Grêmio ainda é muito grande. Tudo virá a seu tempo. Lembrando sempre, é claro, que em futebol, quem faz o seu tempo é aquele que tem o melhor planejamento.


Grêmio 100%. E a gente acha que tá cuidando

Quando a gente ama, claro que a gente cuida. Peninha escreveu isso, Caetano cantou.

A gente que é gremista e que ama o Grêmio acima de tudo gosta de acreditar que, ao associar-se ao clube e ir ao estádio assistir e apoiar o time, na verdade está cuidando do Grêmio. Às vezes a gente canta, às vezes a gente grita e aplaude empurrando o time. Às vezes a gente vaia. Mas as coisas são mesmo assim, né? Na vida, às vezes a gente chora de dor, às vezes de felicidade. Torcer pelo Grêmio é assim também.

No meu caso, nada me irrita mais, nada me dá mais vontade de vaiar, do que demonstrações de falta de capacidade ou vontade. Mas acho que isso é o que ocorre com a maior parte dos torcedores do mundo inteiro.

Grêmio 100%. E a gente acha que tá cuidando
Grêmio 100%. E a gente acha que tá cuidando

Odone e Pelaipe ainda não tiveram a capacidade de contratar um zagueiro realmente merecedor da titularidade no grupo. Tem gente falando que Naldo tem grande chance de vir para a Azenha, tem gente negando essa informação. O velho diz-que-diz que só serve para confundir o torcedor. Sei lá se Naldo vem ou não vem. Tomara que venha logo. Se não for ele, que seja algum outro do mesmo nível. Algum zagueiro realmente qualificado, capaz de evitar que Victor tenha que passar por alguns grandes sustos como os pelos quais passou na noite de ontem. Não precisava ser assim, não deveria ter sido assim, especialmente considerando que o Tricolor jogava em casa contra um time que até agora não conseguiu um único ponto jogando como visitante. Faltou qualidade defensiva ontem – de novo -, e isso ocorreu porque há bastante tempo está faltando competência da parte de nosso executivo de futebol. Desculpe-me, Pelaipe, mas está faltando mesmo. Vaias, portanto, para a incompetência da direção.

Mas a vitória veio, mais uma sob o comando do invicto Luxemburgo. Fechamos o mês de março com aproveitamento de 100% . Ganhamos todas, ganhamos de todos. Que bom!

É bem verdade que o nível dos adversários que enfrentamos não foi lá dos mais elevados. Até bem ao contrário disto. Mas o fato que mais me agradou na vitória sobre o Avenida ontem foi o modo como o Imortal encarou a partida. O Grêmio, desde os primeiros momentos do jogo, deixou bem claro que estava ali disposto a vencer. Muito disposto. O Tricolor fazia absoluta questão de ganhar do Avenida. Talvez por Kleber, talvez pelo próprio grupo, talvez por alguma razão que eu desconheça, talvez pelo simples fato de que se trata do Grêmio, ou simplesmente porque o atual grupo do Grêmio esteja mesmo disposto a ser campeão. Que tal começar sendo campeão gaúcho, hein? Já é um começo, né? Depois vêm os outros títulos. Gostei do Grêmio ontem, gostei da disposição, gostei da dedicação, gostei de quase tudo. Só não gostei da zaga. Palmas, portanto, para a vontade de vencer do time.

Às vezes a gente vaia, às vezes a gente aplaude. Às vezes a gente é chamado de fanático, às vezes de corneteiro. Mas isso tudo é só porque a gente ama e acha que está cuidando.

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